Integração do Setor Informal: Chave para a Prosperidade Africana, Destaca Primeira-Dama
A Primeira-Dama da República, Ana Dias Lourenço, ressaltou a importância crucial da integração do setor informal para o sucesso da Zona de Comércio Livre Continental Africana (AfCFTA). Em sua intervenção nos Diálogos sobre a Prosperidade de África 2026, realizados em Accra, Gana, sob o tema “Empoderar as Pequenas e Médias Empresas, Mulheres e Jovens no Mercado Único Africano”, Lourenço enfatizou que este setor, embora muitas vezes subrepresentado nas estatísticas oficiais, é o pilar da subsistência de milhões de famílias africanas.
AfCFTA: Mais que um Acordo, um Motor de Transformação
Segundo a Primeira-Dama, a AfCFTA não deve ser vista apenas como um conjunto de protocolos burocráticos ou um acordo técnico. Pelo contrário, Lourenço defende que deve ser encarada como um **instrumento estratégico vital** para desbloquear e transformar o imenso potencial econômico, cultural e humano do continente em **prosperidade partilhada e sustentável**.
Mulheres e Jovens: Pilares da Economia Inclusiva
Na mesma linha de raciocínio, a Primeira-Dama destacou **mulheres e jovens** como peças fundamentais para a construção de uma economia africana verdadeiramente inclusiva. O empoderamento destes grupos é visto como essencial para a plena realização dos objetivos da AfCFTA.
Homenagem e Reconhecimento
O evento em Accra também foi marcado por um momento especial para Ana Dias Lourenço. Ela foi homenageada com um poema intitulado **“Mãe das Nações”**, em reconhecimento ao seu dedicado percurso público e ao seu valioso contributo para a promoção do **desenvolvimento inclusivo em África**.
A visão da Primeira-Dama aponta para um futuro onde a informalidade seja reconhecida e integrada, onde mulheres e jovens sejam protagonistas e onde a AfCFTA se concretize como um verdadeiro catalisador de progresso para todo o continente.