OMA Reforça o Papel Crucial da Mulher Angolana no Desenvolvimento Nacional
A Organização da Mulher Angolana (OMA), braço feminino do partido que atualmente governa Angola, reforça a sua convicção de que o empoderamento da mulher angolana é um pilar indissociável para o desenvolvimento sustentável do país. Com este objetivo em mente, a OMA tem se dedicado a propor e implementar soluções práticas que materializem essa importante aspiração.
Congresso Ordinário: Um Marco para Discutir e Avançar
A Secretária-Geral da OMA, Joana Tomás, destacou que o próximo Congresso Ordinário da organização, agendado para os dias 28 de fevereiro a 1 de março, será um momento crucial para debater e aprofundar as estratégias voltadas para o empoderamento feminino e, consequentemente, para o progresso de Angola. Este encontro servirá como plataforma para avaliar a realidade atual e traçar novos caminhos.
Em declarações à imprensa no último sábado, à margem de um encontro festivo que celebrou os 64 anos de existência da organização, Joana Tomás enfatizou a importância de olhar atentamente para as necessidades e potencialidades das mulheres angolanas, integrando-as plenamente nos processos de desenvolvimento.
Esclarecimentos sobre Candidaturas e o Futuro da OMA
Durante as suas intervenções, Joana Tomás aproveitou para esclarecer questões relevantes sobre o processo interno da OMA. Uma das situações abordadas foi a que envolveu a desistência de Graciete Dombolo Sungua ao cargo de Secretária-Geral da OMA. Tomás fez questão de afirmar que a retirada da candidatura por parte de Graciete Dombolo Sungua foi uma decisão tomada de forma autônoma e voluntária, não havendo qualquer tipo de imposição.
Este esclarecimento visa garantir a transparência e a lisura dos processos dentro da organização, reforçando o compromisso da OMA com a democracia interna e o respeito pelas escolhas individuais de suas membros.
O trabalho da OMA continua focado em fortalecer a voz e a participação das mulheres em todos os âmbitos da sociedade angolana, reconhecendo que o seu papel é fundamental para a construção de um futuro mais próspero e equitativo para Angola.